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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Quotidien Life's for Sharing

Life's 4 Sharing

A companhia de telefonia celular T-Mobile organizou um flashmob na Liverpool Street Station, o qual foi gravado por câmeras escondidas e veiculado no último dia 16, no intervalo do tal Celebrity Big Brother, no Channel 4 - a TV Globo de lá. A campanha foi planejada e executada pela Saatchi & Saatchi e espalhada via FaceBook e no MySpace. Durante dois meses, um grupo de dançarinos foi ensaiado para romper a rotina britânica da estação às 11h do dia 15 com uma dança inesperada e contagiar as pessoas ao redor a participar.

Veja o vídeo:

domingo, 28 de setembro de 2008

Quotidien Wall Street - R.I.P.

Wall Street, R.I.P.: The End of an Era, Even at Goldman


A world of big egos. A world where people love to roll the dice with borrowed money. A world of tightwire trading, propelled by computers.


In search of ever-higher returns — and larger yachts, faster cars and pricier art collections for their top executives — Wall Street firms bulked up their trading desks and hired pointy-headed quantum physicists to develop foolproof programs.

Hedge funds placed markers on red (the Danish krone goes up) or black (the G.D.P. of Thailand falls). And private equity firms amassed giant funds and went on a shopping spree, snapping up companies as if they were second wives buying Jimmy Choo shoes on sale.

That world is largely coming to an end.


The huge bailout package being debated in Congress may succeed in stabilizing the financial markets. But it is too late to help firms like Bear Stearns and Lehman Brothers, which have already disappeared. Merrill Lynch, whose trademark bull symbolized Wall Street to many Americans, is being folded into Bank of America, located hundreds of miles from New York, in Charlotte, N.C.

By JULIE CRESWELL and BEN WHITE from NY Times


Wall Street, descanse em paz: o fim de uma era

Um mundo de grandes egos. Um mundo onde pessoas adoram apostar com dinheiro emprestado. Um mundo de negócios realizados na corda-bamba, impulsionados por computadores.


Em busca de retornos cada vez maiores -e iates maiores, carros mais rápidos e coleções de arte mais caras para seus altos executivos- as firmas de Wall Street reforçaram suas mesas de negociação e contrataram gênios da física quântica para desenvolver programas à prova de falhas.


Os fundos hedge colocavam os mercadores no vermelho (a alta da coroa dinamarquesa) ou no preto (a queda do PIB da Tailândia). E firmas de private equity reuniam fundos gigantes e saíam em uma onda de compras, adquirindo empresas como se fossem uma segunda esposa comprando sapatos Jimmy Choo em liquidação.


Este mundo está em grande parte chegando ao fim.


O imenso pacote de resgate que está sendo debatido no Congresso poderá ter sucesso em estabilizar os mercados financeiros. Mas é tarde demais para ajudar firmas como Bear Stearns e Lehman Brothers, que já desapareceram. O Merrill Lynch, cujo touro de sua marca registrada simbolizava Wall Street para muitos americanos, está sendo absorvido pelo Bank of America, localizado a centenas de quilômetros de Nova York, em Charlotte, Carolina do Norte.
By JULIE CRESWELL and BEN WHITE from NY Times
Tradução: George El Khouri Andolfato