Since we cannot change the weather, we must to adapt our things.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
Quotidien Places to Visit in the Rainy Curitiba
Since we cannot change the weather, we must to adapt our things.
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Quotidien Mecs Métro Curitiba
Hello everyone!!
New blog about cute guys on public transportation.
Mecs Métro Curitiba
Check it out!
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Quotidien Band - Goo Goes Laves
domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
domingo, 8 de março de 2009
Quotidien Sidewalks
Petit-Pavé B&W - "Ondas do Mar"Preservar é Preciso
"A rua é o segundo nível das relações sociais, que começam na família e prosseguem na vizinhança. A calçada, ou passeio, é a primeira porta de entrada do mundo exterior para o familiar."
We must Preserve
"The street is the second level of social relationships, which begin in the family and continue in the neighborhood. The sidewalk, or pavement, is the first gateway to the outside world for the family."
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Quotidien Pyramid-Cemetery Curitiba
Empresário quer construir cemitério-pirâmide para atrair "turista funerário" ao Paraná
O subsolo da pirâmide será reservado para o museu funerário, que exibirá técnicas de mumificação em cera, oferecida por Cooper aos seus clientes, além da exposição de carros e carruagens funerárias antigos, filmes e atrações cujo tema será
sempre a morte. "E não se trata de um tema mórbido", garante Cooper. "50% do turismo no mundo é feito dentro dos cemitérios".A pirâmide, segundo o empresário, tem capacidade para 35 mil gavetas mortuárias, que podem ser divididas como um grande arquivo.
Cooper pensa em reservar o penúltimo andar do edifício para abrigar uma seção exclusiva, onde serão enterrados músicos, escritores e artistas. Há também o projeto de reservar uma ala somente para as personalidades da vida pública brasileira.
O empresário diz que o projeto foi inspirado em cemitérios famosos como o da Recoleta, na Argentina, e o dos Papas, na Itália, que atraem milhares de turistas todo ano.
Marcus Vinicius Gomes
Especial para o UOL Notícias
Em Curitiba (PR)
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Quotidien Trem-Bala
China pretende bancar trem-bala Curitiba–São Paulo
Em maio, o Ministério dos Transportes anunciou que Curitiba faria parte do Plano Nacional de Viação. O trem-bala vai ligar Curitiba a Belo Horizonte, com escala em São Paulo. Dois anos antes do anúncio oficial do governo, 40 engenheiros do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) planejavam a construção desse transporte no trecho entre as capitais do Paraná e de São Paulo. O coordenador do Banco de Idéias do IEP, engenheiro Jurimar Cavichiolo, apresentou o projeto do trem durante o Encontro de Engenharia, promovido pelo Centro Universitário FAE na última quinta e sexta-feiras. De acordo com Cavichiolo, o percurso será cumprido em uma hora e 40 minutos, com um valor de passagem na faixa dos R$ 150. A China demonstrou interesse na execução e manutenção do transporte. Confira os principais pontos da entrevista.Qual será o percurso do trem-bala?
O IEP planejou a viabilidade apenas da distância entre Curitiba e São Paulo. Foram estudadas três alternativas: Curitiba–Ponta Grossa–São Paulo, Curitiba–Cerro Azul–São Paulo e Curitiba–Registro–São Paulo. A terceira alternativa é mais viável, com uma extensão de 360 quilômetros.
Como serão estruturadas as viagens?
O trem-bala viajará das 6 às 22 horas. Serão 17 saídas ao longo do dia, carregando 400 passageiros ou 17 toneladas de carga por eixo, a uma velocidade de 300 quilômetros por hora.
Quais as chances do projeto do IEP ser escolhido para realizar o trecho Curitiba–São Paulo?
Já houve contatos com o Ministério dos Transportes. E o nosso projeto está plenamente viabilizado. Há, apenas, um processo de aprovação no Ibama sobre os impactos ao meio ambiente. É uma idéia idônea e que tem a moral para ser tirada do papel. Acredito também que esse projeto é a melhor solução.
Há demanda para um projeto desse porte?
Se não houver demanda, esse é o tipo de projeto que deve ser abandonado. Há, no entanto, uma necessidade de transportar passageiros e cargas em todo o Brasil. Nós já estudamos os detalhes. Para que não haja ociosidade da linha, os trens podem sair de 15 em 15 minutos sem qualquer limitação. Por exemplo, uma carga de passageiros a cada hora. E o resto dos veículos portando carga.
O trem-bala é sustentável?
O projeto custa US$ 6 bilhões, executados em três ou quatro anos. Com o início da arrecadação, o retorno do capital se daria em 25 anos, com lucro de 11,75% por ano. É altamente rentável.
Que tipo de financiamento pode ser feito para o projeto?
O Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) estudou algumas formas. Pode ser realizado em parceria entre o governo federal e empresas privadas. E até a China tem interesse em bancar o projeto desde o início, incluindo a execução e manutenção. É preciso um encontro de forças políticas para viabilizar algo dessa grandeza.
Qual o benefício do trem-bala para os aeroportos?
Existe um levantamento estatístico na Europa de que 75% da população prefere o trem-bala ao avião. No Rio de Janeiro, em uma pesquisa do Ibope, o porcentual foi de 86%. É um veículo seguro, independente de intempéries e preciso no horário. Essa tecnologia existe desde 1964 no Japão. E desde 1981 na França. E nunca ocorreu um acidente sequer. Os aviões ficarão responsáveis pelas viagens mais longas, diminuindo o fluxo desnecessário nos aeroportos.
Qual a segurança do veículo?
Desde a inauguração, no Japão, nunca houve um acidente. São praticamente 45 anos sem qualquer problema. Ele usa uma tecnologia bastante desenvolvida. Não há passagens de linha: ou passa por cima ou por baixo. E é totalmente cercado. O sistema é tão desenvolvido que o maquinista sabe o que está ocorrendo 10 quilômetros à frente. Se houver uma interrupção, ele simplesmente freia e, em três ou quatro quilômetros, o trem pára. Os demais veículos recebem o contato e também param, evitando acidentes. No Japão, a precisão é absurda. De três em três minutos, um novo veículo segue viagem.
A construção do trem-bala se caracteriza como um retorno ao uso das ferrovias?
O Brasil já teve 35 mil quilômetros de ferrovias. Atualmente, existem só 21 mil. O trem-bala resolve o problema de transporte em distâncias que variam de de 500 a 1,5 mil quilômetros. O Brasil precisa transportar as cargas em ferrovias. Uma estatística mostra como o transporte rodoviário pode ser caro. Se, por exemplo, o valor de uma carga na hidrovia é de R$ 1, na ferrovia, será de R$ 4. E, nas rodovias, de R$ 8. O Brasil apostou no modal de transporte mais caro. Essa volta às ferrovias é essencial, porque nem todo transporte pode ser feito pelos rios. O trem bala Rio–São Paulo–Campinas já deveria estar pronto.
Qual a importância dessas linhas para o desenvolvimento do Brasil?
Em síntese, o trem-bala melhora a qualidade de vida da população.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Quotidien Global Sustainability Centers - Curitiba 2020
Curitiba está entre as mais sustentáveis do mundo
Curitiba faz parte de um grupo de dez cidades que podem se tornar centros de sustentabilidade global até 2020. É o que aponta a revista Ethisphere, edição de setembro. A publicação do instituto norte-americano que leva o mesmo nome avaliou quais as cidades de todo o mundo que possuem planos de sustentabilidade e selecionou as melhores práticas. Curitiba é a única cidade da América do Sul citada no estudo. "É mais um estudo internacional que comprova a qualidade de vida e a capacidade de desenvolvimento sustentável de Curitiba", diz o prefeito Beto Richa.
Como a capital paranaense, Toronto (Canadá), Cingapura (Cingapura), Londres (Inglaterra), Frankfurt (Alemanha), Melbourne (Austrália), Nova Iorque (EUA), Abu Dhabi (Emirados Árabes), Cidade do Cabo (África do Sul) e Hyderabad (Índia) são apontadas como possíveis modelos de sustentabilidade. São cidades preocupadas com o desenvolvimento econômico presente, sem colocar em risco os recursos necessários para as gerações futuras. "São centros que não estão esperando o que pode acontecer e sim agarrando as questões com as próprias mãos e começando a agir", diz a revista.
Entre as questões avaliadas, Curitiba se destacou das demais cidades avaliadas obtendo as melhores notas nos quesitos "Inovação e Investimentos" e "Transporte e Habitação", obtendo nota 9.8, e "Plano Ambiental e Progresso", com nota 9.6. A pontuação máxima era 10.
O estudo avaliou ainda os itens Saúde e Recreação, Educação, Arte e Cultura, Economia e Desenvolvimento de Negócios, Regulamentação, Aplicação da Lei e Transparência e Mídia e Discurso.
A revista aponta como "exclusivo" o sistema de transporte público de Curitiba por atender toda a cidade e ser usado por 85% da população. O programa habitacional que oferece moradia a preços acessíveis para a população de baixa renda também coloca a cidade em destaque quando o assunto é o atendimento às necessidades dos cidadãos, por meio de planos sustentáveis.
O estudo do Instituto Ethisphere, que se dedica à pesquisa, criação e divulgação das melhores práticas desenvolvidas nas áreas da ética e governança corporativa, destaca que o planejamento de Curitiba para o desenvolvimento sustentável ocorre desde a década de 60. Segundo o levantamento, em muitos aspectos, Curitiba vem conseguindo resultados melhores do que pequenas cidades européias que têm grandes programas de sustentabilidade, o que faz com que sirva de exemplo para dirigentes de várias cidades ao redor do mundo que vem até a capital paranaense em busca de idéias para projetos sustentáveis.
Para determinar quais as cidades estavam qualificadas para o grupo, chamado Centros de Sustentabilidade Global (GSCs), o Instituto Ethisphere considerou fatores como a economia e a população. As cidades devem ter mais de 600 mil habitantes. Atividades culturais, universidades e o reconhecimento internacional também foram levados em conta.
A matéria completa pode ser lida no endereço eletrônico http://ethisphere.com/2020-global-sustainability-centers/
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Quotidien Curitiba's Tourist Line

Os novos veículos têm 55 assentos no segundo piso, equipados com cinto de segurança de dois pontos, porta-copos e porta-folhetos. Não será permitido viajar em pé no piso superior. Antes de movimentar o veículo, o motorista fará o controle da posição dos passageiros por meio de uma câmera.
O novo modelo tem carroceria com quatro metros de altura; são 80 centímetros a mais do que as jardineiras. Por razões de segurança, todos os obstáculos ao longo do trajeto da linha - como fiação de energia e telefonia, árvores, semáforos e placas de trânsito - foram elevados para altura mínima de segurança de cinco metros. Como o piso do deque do ônibus está a 2,6 metros do chão, haverá segurança total para passageiros com até 2,4 metros de altura. A proteção é feita com um pára-brisa dianteiro e com barras de proteção lateral e traseira.
O piso inferior tem 11 poltronas, duas delas com largura maior que o padrão. Também há espaço reservado e adaptado para cadeirantes, com trava de roda e cinto de segurança. A área também pode ser usada por deficientes visuais acompanhados de cão-guia.
Os novos ônibus têm piso baixo, com uma plataforma que desliza na mesma altura da calçada, facilitando o embarque de pessoas com dificuldades motoras. Os veículos foram produzidos pela montadora Mercedes, com carroceria Busscar, têm câmbio automático e sistema de amortecimento especial para tornar a viagem o mais suave possível. O motor foi fabricado com tecnologia Euro 3, que reduz à metade a emissão de poluentes em relação aos modelos anteriores, sem injeção eletrônica. O sistema de som é digital, inclusive no deque superior, e transmite as informações sobre os pontos turísticos em três idiomas (inglês, espanhol e português).

Dos cinco ônibus novos, três pertencem à empresa Glória e dois à empresa Mercês. No modelo atual de operação do transporte coletivo, o investimento inicial na compra de ônibus é feito pelas operadoras das linhas, mas as empresas são remuneradas para isso com recursos da tarifa do transporte coletivo.
As cinco jardineiras que atualmente fazem a Linha Turismo ficarão na reserva técnica, e serão utilizadas como reforço no período de férias escolares, quando o movimento de passageiros aumenta, e também como substitutas dos double-decker em manutenção.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Quotidien Rolling Stones - Satisfaction
Micophone - The First Karaokation Band
domingo, 29 de junho de 2008
Quotidien Gay Parade - Curitiba
A concentração começou às 13h, no Largo da Ordem, na esquina das ruas São Francisco e Treze de maio. A Parada seguiu pela Avenida Cândido de Abreu com trios elétricos e seguirá até a Praça Nossa Senhora Salete, onde um palco foi montado em frente ao Palácio Iguaçu (Governo do Estado) para shows que começaram por volta das 17h.
Para conferir mais fotos acesse o blog Parada Curitiba 2008
terça-feira, 17 de junho de 2008
Quotidien Coldest Day
sábado, 10 de maio de 2008
Quotidien Inauguration
Ponte Octavio Frias de Oliveira
A mais nova ponte de São Paulo foi inaugurada, com um desfile de carros antigos, hoje pelo Governador José Serra e pelo Prefeito Giberto Kassab.
O nome da ponte é uma homenagem ao publisher Octavio Frias de Oliveira, mas como a ponte é Estaiada todos os paulistanos a chamaram de Ponte Estaiada. Sendo assim eu acharia mais digno se a chamassem de Ponte da Xuxa, já que ela forma um grande "X".

Desde o dia em que vi o projeto achei uma bela obra arquitetônica. Esses dias vi no Megaconstruções, do Discovey Channel, que o maior inimigo das pontes estaiadas é a garoa. Engraçado né? Espero que eles tenham feito as ranhuras nos cabos da ponte para evitar um efeito lá...
Agora, vendo as fotos da inauguração um detalhe me incomodou. Quanto tempo vai demorar para começarem a construir "moradias" embaixo dessa ponte? Porque deixar um vão desses??
Aqui em Curitiba seria construído um restaurante popular aí nesse espaço. Enfim, cada um com seus problemas né.
Como diria o pessoal do TDUD?
Aposto 5 conto que segunda-feira essa ponte já vai estar bem congestionada.



